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1º de junho de 2021

Como a tecnologia transforma o processo de atendimento na área da saúde?

Letícia Trevisan
Analista de Marketing e Conteúdo Digital
Publicitário formado na PUC de Campinas. Trabalho no desenvolvimento de conteúdo para websites, blogs e redes sociais, produção de comunicações endomarketing e produção de palestras, workshops e eventos.
Mais sobre o autor

O mundo está dando oportunidades de negócio para quem está conectado e atento às novidades e no cenário da saúde não é diferente. A transformação de negócios digitais na área geralmente começa com a tarefa de otimizar atividades repetitivas e escalar processos onerosos... 

As melhores empresas de saúde estão respondendo a essa ruptura com iniciativas digitais e de inovação que permitem novos modelos de negócios, com soluções para desafios de demanda, criando uma nova proposta de valor com foco no monitoramento remoto de pacientes, no gerenciamento de doenças crônicas e em consultas virtuais sob demanda, entre muitos outros.

Integração com parceiros 

Hoje as APIs estão em qualquer organização que tenha o mínimo de investimento digital, seja conectando produtos internos, seja permitindo que a empresa se conecte com serviços em nuvem ou se posicione como uma plataforma digital. 

Na Unimed Vale dos Sinos, elas chegaram inicialmente com o chatbot do site integrado ao WhatsApp, mas logo se tornaram uma parte importante para o negócio. Os clientes agora podem solicitar a segunda via de boletos, autorizações e guias médicas, tudo pelo chat do site e receber diretamente por mensagem. 

Aplicação de inteligência virtual 

Com a construção do novo hospital da Unimed, surgiu a ideia de criar um novo aplicativo para ajudar a gerenciar a unidade, já que hoje estão disponíveis em torno de 60 leitos, que serão expandidos para 200 leitos. 

Pensando em melhorar ainda mais o processo de atendimento, o aplicativo foi se transformando e ganhando novas funcionalidades para garantir uma experiência incrível a todos usuários. 

A primeira delas foi a realização da pré-triagem diretamente pelo aplicativo com o auxílio da Laura, a inteligência artificial que atua em toda a jornada do paciente, de ponta a ponta, facilitando o acesso ao cuidado na atenção primária à saúde, assim como auxiliando o gerenciamento de pacientes em risco nos hospitais. 

Seu objetivo é democratizar a saúde por meio da tecnologia e gerar impacto social positivo em escala, acompanhando toda jornada do paciente. Ela foi integrada ao app da Unimed para identificar antecipadamente os riscos, fazendo a priorização do atendimento no hospital. 

Com formulário próprio, ela vai perguntar quais sintomas você tem, qual é o nível da sua dor, entre outras perguntas, que vão trazer a orientação se você deve procurar o Pronto Atendimento ou agendar uma consulta. 

Essa pré-triagem realizada pelo aplicativo enquanto o paciente ainda está em casa é fundamental para evitar que muitas pessoas se dirijam ao hospital sem necessidade. Em meio à pandemia da COVID-19, isso é essencial para que o atendimento possa ser priorizado para casos graves e urgentes.

Quando o paciente é classificado como vermelho, ele é orientado a procurar o hospital mais próximo e, ao chegar lá, ele fará todo o acompanhamento do processo de atendimento pelo aplicativo, como: local do consultório, medicamento, pagamento e agendamento de exames. 

A tecnologia por trás disso 

A utilização do Events Hub veio para auxiliar no direcionamento do paciente dentro do pronto atendimento; por mensagem é mostrado para onde ele deve ir, integrado aos painéis indicativos. 

Quando trabalhamos com o Events Hub, o sistema envia notificações a outros sistemas sobre uma mudança ocorrida em seu domínio. Caso algum dos sistemas que recebem a notificação esteja interessado em saber mais sobre a mudança, ele deverá acessar uma interface fornecida pelo provedor para capturar mais informações.

API Gateway desempenha o papel fundamental de padronizar a segurança nas interfaces dos serviços, garantindo ao mesmo tempo uma aplicação mais moderna com os meios de segurança necessários. Isso reduz o risco de ataques externos e permite uma resposta rápida que, de outra forma, seria muito mais difícil. 

O EDA removeu a complexidade das aplicações que fornecem o serviço, permitindo que as equipes de desenvolvedores realmente se concentrem no código que gera inovação para o negócio. Assim, foi possível centralizar a comunicação com aplicações de clientes e parceiros, regulando o tráfego recebido de fora da organização

Claramente não são apenas empresas de Saúde que podem se beneficiar. Existem centenas de contextos em que “monitorar eventos” passa a ser uma excelente opção para ganhos reais de negócio. 

Quer saber mais sobre o EDA? Temos alguns conteúdos que podem ajudá-lo muito nesta jornada.

Events Hub: como e por que uma Perspectiva Orientada a Eventos pode ajudar muito a sua empresa

Event-Driven Architecture, Eventos e APIs Async. What The Fork?‍

Entendendo Event Driven


Obrigado pela leitura!